É possível apoiar a Educação com ações simples. Após alguns meses no ar e oferecendo um serviço consistente no ar, a equipe do Redu pode analisar o comportamento dos usuários médios do ambiente e chegaram a conclusão que é possível manter a conta do perfil professor grátis de forma indefinida.
Até o mês passado o tempo estava limitado para seis meses. A partir de agora, o professor individual pode manter um ambiente, sem custo algum, os seguintes elementos:
+ leia maisEstava a pouco interagindo com uma colega que criava um ambiente para congregar pesquisadores e simpatizantes do uso de tecnologia no ensino. A colega criava módulos e falava no mural desse módulo. Ela tentava encontrar algo familiar como um ambiente de fórum em um ambiente virtual de ensino, no formato típico, separado em uma seção, no qual as pessoas contribuem. Nada, não achava!
Dai percebi que o Redu promoveu mais uma surpresa. De fato, existe um mural na tela inicial e sempre que um material é coloca num módulo uma nova instância de fórum é criado.
Os fóruns no Redu existe associados dos materiais. De outra forma, os fóruns no Redu são criados com um estímulo. Quando falo assim, pense em uma forma de entrevista na qual apresentamos um produto para o entrevistado e ele fala sobre o mesmo. O produto é o estímulo. No caso, os materiais são os estímulos dos fóruns. Esses materiais podem ser vídeos, textos, PDF, imagens, enfim, diversos tipos de mídias.
+ leia maisA colaboração encerra um dos mais recentes capítulos da evolução dos métodos e técnicas de ensino; inclusive vislumbrando a transcendência da prática educativa dos muros da escola e do tempo da sala de aula. Na última década acompanhou-se o surgimento e adoção massiva de plataformas colaborativas como prática de convívio e comunicação. Como discutido antes, as redes sociais virtuais fornecem uma estrutura de pessoas, objetos e seus vínculos mútuos, e têm sido desenvolvidas para diferentes propósitos como o compartilhamento de vídeos, referências bibliográficas, código, dicas de filme. Nessas, as discussões, ajudas e debates ocorrem a partir do estímulo de um material multimídia.
Esse tipo de colaboração viabilizada pelo Redu facilita a participação de todos e traz como consequência um grande número de contribuições. Além disso, também há uma melhora qualitativa na interação devido ao tempo que os participantes empreendem para pensar e refletir antes de enviar suas contribuições. Outro tipo de ganho na qualidade da experiência de ensino é o fato do mural registrar as trocas e servir como memória dos diálogos passados.
Em um trabalho recente analisaram-se os fenômenos de colaboração (GOMES et al., 2011). As ferramentas de comunicação assíncrona providas pelo Redu passam a ideia de ser uma interação eficiente, de acordo com os participantes. Este aspecto de eficiência da interação no Redu, em comparação com episódios presenciais, tem por base as opiniões dos participantes que acreditam ter uma maior flexibilidade com a utilização da ferramenta. Nessa direção, quando questionados em relação à inibição, todos os participantes afirmaram que no Redu eles participaram de maneira mais efetiva das aulas e sem constrangimento.
+ leia maisSou professor da graduação e desde o início de minhas atividades no Centro de Informática no qual leciono usamos tecnologias de comunicação. No início usávamos site das disciplinas, pasta compartilhadas em servidor para compartilha materiais, listas de email das mais simples. Enfim, sempre havia espaço para usar algo que simplificasse a comunicação.
Alguns colegas inovam e usam wikis. Poucos investem em usar plataformas de ensino nos cursos presenciais.
Comecei a usar o Redu no primeiro semestre de 2011. Este ano duas das minhas disciplinas já estavam prontas. Eu não tinha reparado uma possibilidade muito interessante. Sempre reclamamos da falta de tempo para cooperar com colegas de outras disciplinas e mesmo de outras faculdades. Acontece que quando os cursos de uma instituição são criados, os alunos podem acompanhar os diálogos de uma disciplina que está matriculado e de outras do mesmo curso. Esta semana, estava ministrando uma aula na turma da graduação e ao citar um conceito, uma aluna me lembrou: _'Foi o mesmo exemplo que você citou na turma do mestrado?'. Eu surpreso confirmei, e feliz fiquei. Hora, um esforço de interagir com uma turma gerou resultados em outra!
+ leia maisUma das primeiras necessidades dos usuários de plataformas de ensino é a de perceber a presença de seus colegas quando acessam o sistema. A percepção da presença dos colegas e das atividades que esses participantes realizam no ambiente virtual pode ser atendida pelo uso de formas síncronas de comunicação. Essas formas de comunicação são familiares para além do Redu. A estrutura é de mensagens trocadas instantaneamente em ambientes de bate papo. Para tornar mais produtivo o uso do Redu, um sistema de bate papo mostra uma lista de contatos dos alunos e professores quando eles estão dentro de um ambiente de ensino.
A necessidade de indicação de quem está presente numa seção da rede no momento que o aluno ou o professor está usando a mesma também é identificada como sendo uma necessidade dos usuários (GOMES et al. 2011). Mesmo participando de várias formas de comunicação assíncrona, eles destacaram a dificuldade de interagir com quem está presente na seção e a disposição de um bate papo beneficia a interação. No Redu, os alunos (indicados abaixo por A3 e A6) reclamam a necessidade da mensagem chegar mais rápido quando eles estiverem “on-line”, evitando uma atualização manual das mensagens recebidas.
+ leia maisO desejo real de todos que fazem o Redu é que o mesmo seja um dia gratuito para seus usuários finais. Acontece que as regras de mercado no Brasil para start ups são completamente diferente das regras para nossos colegas nos EUA ou mesmo na Europa. Enquanto não conseguimos tornar o uso do Redu indefinidamente gratuito, os usuários pagam pela hospedagem de materiais nas nuvens. Esse é o mesmo modelo praticado por outras aplicações nas nuvens como DropBox, Sugar Sync ou mesmo Facebook se você desejar pagar por publicidades.
Atualmente, os primeiros seis meses da experiência são gratuitos e em seguida um professor passa a pagar uma taxa mensal pela hospedagem dos materiais. O valor inicial dos planos é de R$ 13,99 mensais para ter até 70 alunos, dispondo de até 30 Mb para armazenamento de materiais e mais 30 Mb para armazenamento de vídeos.
Esses custos são equivalentes aos que se teriam mensalmente para manter uma plataforma de gestão de aprendizagem como o LMS Amadeus ou outra rodando em um servidor, a manutenção e suporte desse servidor e ainda o tempo dedicado de um profissional para manter o serviço no ar. Observem que o valor mensal de um plano básico é bem mais barato que manter uma estrutura própria e isso em muitos cenários de uso.
+ leia maisImagine ter quatro disciplina, cada uma com 30 alunos como eu tenho entre alunos de graduação e mestrado. Imagine que você pensa em incluir a participação no Redu com parte do processo de avaliação. Para completar, você não tem monitores :-\ Caso corriqueiro no contexto de instituições públicas de ensino.
Calma, tecnologia existe para isso. Simplificar tarefas rotineiras.
A equipe do Redu acaba de liberar uma segunda forma de visualização de dados. Esta permite analisar com muita rapidez a participação dos alunos. Cada um dos módulos de um curso possuem indicadores que os alunos modificam na medida que vão concluindo seus estudos. Essa informação é integrada e ao final uma visualização bastante simples de analisar fica disponível na opção de 'Gerenciamento' de uma disciplina.
+ leia maisAs redes sociais virtuais apareceram como uma nova ferramenta para interação. A virtualização das redes sociais criou vastos campos de ligação entre pessoas. Para Dillenbourg et al. (2009), as tecnologias de aprendizagem não são apenas utilizadas em situações de distância, mas também para reforçar a aprendizagem colaborativa, onde a comunicação imita a interação presencial. Um sistema apoiado por computador e colaborativo é um sistema no qual temos usuários com os mesmos objetivos e condições para que possam compartilhar informações (SILVEIRA e LEITE, 2009). Além de disseminar uma forma de aquisição do conhecimento. Hoje se torna evidente que a participação de uma pessoa nas redes sociais é um caminho vasto para adquirir conhecimento (SERAFIM, 2010). “As tecnologias imersivas e colaborativas criam novas formas de interação” (Rocha, 2004).
Explica-se que o alto teor de interações na internet tem um poder considerável na busca por informação e é através das interações que temos esse favorecimento. Para Kozinets (1999), quando um indivíduo torna-se frequentador assíduo das ferramentas de comunicação da internet, este passa a tê-las como um meio para interação social e aquisição de conhecimento. Contextualizando, Moore eServa (2007) destacam que em comunidades virtuais e colaborativas para os membros terem contribuição e assiduidade efetiva, deverá haver uma variação de acordo com a participação em grupos de interesses comuns. Essa determinação em como utilizar os ambientes virtuais, está aliada as características do ambiente virtual proporcionado pelos softwares sociais. O usuário participará de redes sociais virtuais de acordo com seu interesse, tipo e objetivo da rede (MALONEY, KRICHMAR ePREECE, 2005).
Podem-se abordar software que possibilitam essa participação virtual em redes destacando características citadas por Palácios (1998) e Recuero (2006) com relação às características do espaço virtual que constituem. Segundo Lemos (2004), os sistemas de comunicação mediados por computador trazem vantagens extremas aos sujeitos, já que ultrapassa os paradigmas da localização e presença, possibilitando assim concretização e estabilização de relações sociais mantidas a distância. Essas relações que podem ter diversas camadas, onde serão criadas, mantidas e têm na web um espaço para interação. Observando a definição original de Vigotsky (2000), a interação torna-se essencial a uma melhor organização do pensamento. A solução de problemas ocorreria por meio de uma linha lógica e elaborada que tem como líder do grupo um professor ou membro mais experiente do grupo. Ou seja, para que essa interação aconteça satisfatoriamente numa rede social é necessário que dois ou mais membros interajam de uma forma coerente.
+ leia maisO Redu é uma plataforma de colaboração com propósitos educacionais. A relação entre os participantes com colegas difere da prática de relacionamento de uma rede social de uso geral. No Redu, as pessoas aproximam-se por afinidade de interesses e buscam construir sinergias para juntos ajudarem-se mutuamente.
Assim, faz parte da primeira experiência no Redu iniciar a construção de sua comunidade de pessoas com as quais compartilham interesses. Agora ficou mais fácil fazer isso. A página inicia de todos os usuários do Redu contam agora com uma opção para convidar amigos e colegas.
A nova interface do Redu começa a ser implantação e promete muitas novidades ao longo do ano. Caso queiram enviar sugestões, basta escrever para contato@redu.com.br. Tua mensagem será levada em consideração. Bom proveito!
+ leia maisLançamos agora a noite o livro 'Ensinar com o Redu'. O livro apresenta os conceitos do ambiente Redu para educadores, exemplificando como novas e poderosas situações de ensino mediadas por tecnologia podem ser criadas. Participaram conosco da elaboração do livro pesquisadores, alunos de mestrado e doutorado do programa de pós-graduação em Ciência da Computação e Educação da UFPE. Desejamos uma boa leitura e gostaríamos de ler comentários, sugestões e críticas sobre o seu conteúdo. Grato! http://educarcom.redu.com.br/
+ leia maisTemos colaborado com a evolução do Redu; produto de uma start up na área de Educação. Ela está incubada no Porto Digital há um ano e a fase de incubação acaba no meio do ano.
Me permita atualizar você. O grupo venceu uma longa fase de testes com usuários e iniciamos uma fase voltada à construção da marca, construção de parcerias e início de comercialização no mercado nacional.
Alguns números sobre a evolução do Redu. Alguns dados:
+ leia maisOs paradigmas de avaliação são basicamente três: avaliação diagnóstica, avaliação somativa e avaliação formativa (BLOOM, HASTINGS E MADAUS, 1971).
A avaliação diagnóstica pode ser aplicada antes do início de um curso ou de um módulo ou durante a primeira semana do curso, com o objetivo de estimar o conhecimento, as habilidades, as carências do aluno e auxiliar no direcionamento do melhor processo de ensino (BENFATTI, 2004). Baseado no diagnóstico levantado, o aluno poderá iniciar o curso num ponto mais avançado, evitando, assim, introduções ou recapitulações desnecessárias. Ocorre antes e durante o processo de ensino-aprendizagem e tem por finalidade verificar o conhecimento prévio do discente e descobrir as causas subjacentes às deficiências de aprendizagem observadas durante a evolução da disciplina.
+ leia maisHoje 10 de novembro é dia mundial da usabilidade. Reunidos em Recife sob a liderança do grupo de voluntários IXDA, um grupo de pesquisadores envolvidos com a temática apresentavam sua contribuições. No evento tivemos a oportunidade de apresentar nossa contribuição para a transformação social.
A causa que abraçamos é a da Educação para todas e todos. No início de nossa apresentação discutimos as aspectos de uma cultura que há no entorno dos sistemas educacionais: as características da Geração Y, os conflitos que há entre as gerações de alunos e professores, e principalmente, a demanda social latente por uma melhor educação. O relatório emitido pelo PNUD em 2009 mostra que os brasileiros reconhecem como o maior problema do Brasil é a Educação, associado à ausência de valores.
Nesse contexto, a empresa Redu declara ser sua missão: “Oferecer oportunidade na criação de riqueza através do conhecimento. Promover a evolução das práticas da educação de forma criativa e sustentável”
+ leia maisHistoricamente, a adoção de tecnologias no contexto escolar provoca reações dicotômicas que tencionam promessas utópicas, quase proféticas, com resistência à mudança. No mundo, muitas são as iniciativas tecnológicas de criação e disseminação de dispositivos que permitam acesso a novas formas de ensino e aprendizagem. Mais recentemente, a adoção da plataforma de celulares pelas novas gerações aceleram a participação dos jovens em redes sociais e seu acesso à internet. Para esses, a busca é estimulada pela necessidade de expressão, pelo apreço à diversão, pela disponibilidade para colaborar, pela tendência ao escrutínio e apreço à partilha das novas gerações. Os conflitos “intramuros” aparecem quando novos hábitos surgem na cultura no entorno da Escola. Esses parecem mais atraentes para seu público alvo que as vivências por métodos e técnicas de ensino. Nesta apresentação, organizaremos uma visão ampla sobre o impacto das novas tecnologias na cultura das novas gerações e de que formas as atuais metodologias de ensino parecem dar sinais de terem chegado ao seu limite para lidar com a prática educativa. Estruturaremos debate sobre a evolução dessas práticas de ensino para corresponder aos hábitos dos atores envolvidos.
+ leia maisExiste uma tensão na literatura acerca da contribuição efetiva do uso de Tecnologias da Informação (TI) no desempenho dos alunos. Por um lado, não há dúvidas de que o uso adequado desses materiais pode impactar positivamente esses indicadores de desempenho dos alunos. Por outro lado, a complexidade da gestão da TI no ensino torna o potencial de contribuição inatingível. Como definir o uso adequado que gestores e professores podem realizar com esses materiais? Neste artigo, tentaremos esclarecer que procedimentos de gestão são necessários para que Tecnologias de Informação possam ser efetivas no ensino com base na prática docente. Percebemos que a gestão do uso de TI, que poderia promover melhorias no ensino, deveria estar centrada na coordenação dos vários processos de mediação do ensino e aprendizagem e exercida por todos os atores no processo.
Gomes A. S. e Silva R. J. S. Tecnologia da Informação e sua contribuição para a melhoria da qualidade do ensino, Recife, PE, 2011, 22 p. [pdf]
+ leia maisFoi interpelado esta semana por uma colega da área de RH. Ela dirige a divisão de recursos humanos de uma empresa estatal do setor de transportes ferroviários. Já tive várias vezes oportunidade de apresentar projetos de EAD com a presença da colega. Mas o fato de ler e ouvir apresentações sobre Educação a Distância em quase nada contribuem na sua compreensão.
Um fato comum que ocorre com os profissionais envolvidos com treinamento é a dúvida ainda persistente sobre como realmente so dá a prática da educação a distância.
Ao usar uma plataforma do tipo LMS a colega supra referida refletiu: “Minha primeira impressão neste ambiente (…) foi de prisão.” Ela me escreve e pergunta se isso seria algum problema psicológico. Tenho certeza que esse sentimento é compartilhado por muito colegas e usuários de Educação a Distância.
+ leia maisAs relações entre professores e alunos no ensino são temas de uma enorme quantidade de pesquisas e reflexões. Relações afetivas, da ordem do poder, de mediação, de natureza sociológica e política são analisadas com distintas abordagens. De uma forma já bem estabelecida, essas são parte da relação didática. Nos pólos dessa colocamos em contraposição o Professor, o Aluno e o Saber. Como parte da Cultura, as tecnologias transformam as estruturas de práticas, novos fenômenos surgem e outros são adaptados.
Mas o quê muda quando usamos tecnologias no ensino? De uma forma simples, o número de ligações multiplica-se. Emergem novas formas de comunicação, de mediação, de coordenação, de busca de informações, de regulação, de ajuda. Alguns já são analisadas e portanto conhecidas. Outras ainda permanecem misteriosas.
Nas ligações Professor-Aluno a quantidade de relações aumentam para além do espaço escolar e do tempo didático. A mediação didática inicia-se antes dos encontros presenciais. Professores escolhem mídias e estruturam seqüências de apresentação das informações que sabem são as mais adequadas para os momentos e os objetivos didáticos. A comunicação entre esses dois interlocutores são mediadas por muitas formas de mídias e por vários estilos: imagens, sítios na Internet, livros, jogos educativos, Fóruns, e-mail, mensagem instantânea. A intenção didática é expressa pela estruturação dos meios e pelo seqüenciamento das mídias. Os encontros presenciais são episódios de um rico processos de comunicações e mediações. Eles representam muito na construção da empatia entre as pessoas. Nesses encontros passa-se o ‘brilho no olhar’ e ganham-se os alunos para uma área. As interações a distância complementam esse encontro por diversos canais de comunicação. O que começa bem antes desse encontro, torna-se intenso durante o tempo dos cursos e ainda permanece após o termino de um curso. Novas formas de comunicação e novas funções didáticas são possibilitadas pelas tecnologias de comunicação. Imagine, por exemplo, um professor reutilizando todos os diálogos de um curso anterior com uma nova turma de alunos. A tecnologia assume um papel de memória coletiva. O que significa iniciar um curso mostrando o resultados dele?
+ leia maisAs redes sociais enquanto estruturas de congraçamento de pessoas em torno de um site na Internet é um fenômeno que remonta ao ano de 1997 com a criação do serviço SixDegrees. Deste momento até a recente anúncio da abertura do capital da empresa Facebook e oferta de IPO, vimos acontecer uma ampla plêiade de modelos de negócios. Um modelo que há pouco parecia a forma mais objetiva de monetizar um negócio em forma de serviço ficou conhecido como ‘The premium business model’. Mas os modelos de negócios são apenas parte da encomenda.
Considerando o movimento de criação de redes sociais não apenas como um movimento de moda, hipe, momentâneo e limitado a realidade criada pela Internet, e observando as relações sociais e econômicas envolvidas, deveríamos guiar nossas interpretações de fatos e a forma como concebemos movimentos que têm redes sociais como público para propor condições que devem criar sustentabilidade ampla para os projetos (viable).
Analisando e criando empreendimentos sociais sob essa lógica, há algo mais amplo a considerar que apenas as condições técnicas que permitirão a realização (feasibility) de serviços dessa natureza. Algo como, por exemplo, o fato de que o negócio deve ser bom para todas que usam e que fazem a rede (useful) deve ser considerado. Da mesma forma, temos de pensar os movimento de redes sociais como um movimento social de forma ampla e criar condições para o congraçamento de pessoas em torno de um bem comum.
+ leia maisQuando o assunto é educação, o quê é aprendido e ensinado, o conteúdo, parece ser mais importante do que como esse é aprendido. Na produção de mídias e ambientes para Educação foca-se na forma de apresentar conceitos. A análise de desempenho dos alunos de redes estaduais, municipais e privadas são medidas em termos de desempenhos em matérias específicas. Tão importante ou mais que o conteúdo que é ensinado é a forma como os alunos se organizam para aprender.
A geração de alunos que encontra-se hoje nos bancos escolares, com no máximo 18 anos, conhecida pela designação Geração Y, comporta-se de forma muito distinta que as gerações anteriores. Segundo o Consultor Don Tapscott, da forma mais distinta que as últimas gerações. Essa possui um enorme desejo de liberdade. Ai lidar com produtos, sentem necessidade de configurar, mudar, de customizar o que usam. Ao procurar por algo, requerem detalhes e buscam com escrutínio.
+ leia maisNeste próximo sábado, dia 05.02.2011, no Marco Zero do Recife, a partir das 17:05h, realizaremos uma mobilização em prol da Educação no Brasil e no Mundo. Convidamos você a participar dessa mobilização social conosco. Queremos registrar localmente e pelas redes sociais nossos esforços em prol da Educação. Neste momento, realizaremos o lançamento da rede social REDU www.redu.com.br.
Portanto, se você estiver neste sábado a tarde no bairro do Recife venha e participe dessa mobilização social. Nosso encontro será em torno de meia-hora e contará com:
+ leia maisSomos uma startup brasileira, recifense e estamos incubados pelo Porto Digital. Nossa equipe é composta por pessoas dedicadas e comprometidas com um objetivo em comum: desenvolver produtos que façam a diferença para uma educação mais acessível e universal.
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